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Marcelo Rebelo de Sousa estende tomada de posse ao Porto

Marcelo Rebelo de Sousa, que toma posse na próxima quarta-feira, dia 9, queria que o acontecimento fosse original e abrangente.
 
INÁCIO ROSA/LUSA
O novo chefe de Estado será recebido pelo presidente da Câmara do Porto
 
Mas quem pensou que a criatividade se esgotava no concerto dedicado à juventude agendado para o dia da cerimónia, enganou-se. Pela primeira vez em mais de 40 anos de democracia, o presidente da República eleito prolonga a tomada de posse por três dias, estendendo-a ao Porto, no dia 11. Do protocolo faz parte a visita a um bairro social.
O novo chefe de Estado será recebido pelo presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, na próxima sexta-feira, às 11 horas. Seguem-se as honras militares, ouve-se o hino nacional e há revista à Guarda de honra. À entrada dos paços do Conselho, Marcelo Rebelo de Sousa terá à sua espera o presidente da Assembleia Municipal, Miguel Pereira Leite, para o cumprimentar.
Depois da cerimónia de receção formal, na autarquia portuense, de que farão parte dois discursos políticos e um momento musical protagonizado pela Orquestra Juvenil da Bonjóia, o presidente eleito deslocar-se-á Casa do Roseiral, cenário escolhido para o almoço.
À tarde, Marcelo Rebelo de Sousa visita a Galeria Municipal Almeida Garrett e conhecerá, um dia antes da inauguração oficial, a exposição dedicada a Paulo Cunha e Silva comissariada por Miguel von Hafe Pérez. "P. - uma homenagem a Paulo Cunha e Silva" conta com mais de uma dezena de obras de artistas de eleição do vereador que faleceu em novembro do ano passado.
A visita termina no Bairro do Cerco, em Campanhã, onde residem cerca de duas mil pessoas. O bairro é um dos pólos do programa "Cultura em expansão", lançado por Cunha e Silva.
 

Mulheres lideram quase um terço das empresas em Portugal

As mulheres lideravam 28,5% das empresas em Portugal no final do ano passado, mais 5,2 pontos percentuais do que em 2011, revela, esta sexta-feira, o estudo da Informa D&B sobre a presença feminina no setor empresarial português.
 
REUTERS/MARCELO DEL POZO
 
"As mulheres representam 42,2% da força de trabalho das empresas em Portugal e a sua presença tem sido reforçada nos últimos anos também nos cargos de liderança e de gestão", refere o estudo, adiantando que "28,5% das empresas em Portugal são lideradas por mulheres, mais 5,2 pontos percentuais do que em 2011".
Esta é uma "evolução positiva que se regista também nos lugares de gestão, em que as mulheres desempenham 34,1% das funções, uma melhoria de 2,2 pontos percentuais nos últimos cinco anos", refere o estudo da Informa D&B sobre a "Presença feminina nas empresas em Portugal, que teve como objetivo "traçar o retrato do panorama atual e avaliar a evolução dos principais indicadores entre 2011 e 2015".
"O estudo aponta para uma evolução positiva, ainda que lenta, em todos os indicadores de emprego, gestão e liderança femininas", refere a diretora-geral da Informa D&B, Teresa Cardoso de Menezes, citada em comunicado.
No caso das empresas cotadas, o estudo refere que, em cinco anos, "a presença feminina nos conselhos de administração das empresas da bolsa quase duplicou (mais 5 pontos percentuais), onde 10,7% dos cargos são ocupados por mulheres".
No entanto, a presença feminina "é mais expressiva" nas sociedades anónimas, onde menos de um quarto (21,4%) está nos órgãos de administração, embora se tenha registado um aumento da presença das mulheres em 3,1 pontos percentuais, mas conta com 15,6% (+2,4 pontos percentuais) dessas empresas a serem lideradas pelo género feminino.
O estudo refere que se regista uma "maior proporção de mulheres no topo das empresas mais jovens", sendo que é nas "startups" (com menos de um ano de existência) que há maior preponderância de gestão e lideranças femininas (35,2% e 32,3%, respetivamente).
"Desde 2011 que a presença de mulheres em funções de gestão e liderança em empresas com menos de cinco anos tem vindo a crescer de forma sustentada", refere Teresa Cardoso de Menezes.
A presença das mulheres nos cargos de gestão e liderança é tanto maior quanto menor for a empresa (em termos de volume de negócios), sendo nas microempresas (com faturação inferior a dois milhões de euros) que se encontram mais mulheres no topo: mais de um terço (34,9%) nos cargos de gestão e 29,2% nas funções de liderança.
Já nas grandes empresas (volume de negócios acima dos 50 milhões de euros), quase metade da força de trabalho (45,4%) são mulheres, mas "estão mais fracamente representadas no topo: ocupam 12,4% das posições de gestão e 8,0% das de liderança".
Por setores de atividade, a maior concentração de mulheres líderes de empresas está no setor dos serviços (36,5%), alojamento e restauração (32,5%) e retalho (32,4%), "áreas em que os cargos de gestão ocupados por pessoas do sexo feminino são também superiores à média do universo empresarial (34,1%), a que se juntam as atividades imobiliárias".
É na banca, refere o estudo, em que o género feminino "está mais equitativamente representado na força de trabalho (48,2%), embora isso não se traduza nos lugares do topo, onde menos de um décimo das empresas é liderado pelo sexo feminino.
Concluiu-se ainda que as empresas lideradas por mulheres tendem a privilegiar a diversidade de género nas estruturas de gestão.
"É nas empresas lideradas por mulheres que se encontram mais equipas de gestão mista (58,8% vs. 40,3% nas empresas lideradas por homens).
Por outro lado, "as empresas lideradas por homens revelam maior vocação exportadora, comparativamente às lideradas por mulheres (19,9% vs. 13,6% são exportadoras)".
Em 2014, "as exportações cresceram a um ritmo mais acentuado nas empresas com liderança feminina (+17,4%) quando comparadas com as lideradas pelo género masculino (+3,9%).